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quarta-feira, 19 de março de 2014

Chuchu


O chuchu (Sechium edule), também conhecido como machucho, caiota ou pimpinela, apresenta uma certa variedade de tamanhos, formas e cores. Os cultivares mais comuns têm a forma de uma pera, com 10 a 20 cm de comprimento e cor verde clara.
O chuchuzeiro é uma planta trepadeira cujas ramas podem chegar a atingir 15 m de 

Clima

O chuchu cresce melhor em clima quente e úmido, sendo que a temperatura ideal para o cultivo é de 18°C a 27°C. A temperatura mínima para o plantio deve ser de 13°C, pois o chuchuzeiro não suporta baixas temperaturas.

Luminosidade

O chuchu pode ser cultivado em locais ensolarados, ou em sombra parcial quando jovem, desde que haja uma boa luminosidade.

Solo

Cultive em solo bem drenado, fértil, rico em matéria orgânica, com pH entre 5,5 e 6,8.

Irrigação

Irrigue de forma a manter o solo sempre úmido, sem que fique encharcado. O chuchuzeiro é muito sensível tanto ao excesso quanto a falta de água.

Plantio

O plantio é feito com o fruto inteiro, que brota com facilidade se deixado por duas semanas em local escuro. O plantio é feito quando o broto atingir 10 a 15 cm de altura. Basta deixar o broto sobre a terra ou enterrá-lo parcialmente (enterrar totalmente o fruto aumenta a probabilidade do broto apodrecer).
O espaçamento recomendado entre as plantas é de 5 m a 7 m, mas existem horticultores que utilizam um espaçamento de apenas 3 m ou 4 m.

Tratos culturais

O chuchuzeiro é uma trepadeira herbácea que pode cobrir árvores e grandes muros, com ramas que podem chegar a 15 m de comprimento. Assim é necessário que existam suportes para a planta. Normalmente são utilizados caramanchões ou cercas, mas o chuchuzeiro também pode crescer em muros e paredes em hortas domésticas, desde que estes tenham algo onde as gavinhas do chuchuzeiro possam se prender.
A presença de insetos polinizadores, principalmente abelhas, é necessária para a polinização das flores e a formação dos frutos.

Colheita

A colheita do chuchu pode começar de 90 a 120 dias depois do plantio, dependendo do cultivar e das condições de cultivo. Normalmente o ideal é colher o fruto duas semanas após a abertura de sua flor, mas pode ser difícil e trabalhoso monitorar todas as flores. Assim, colha os frutos quando estão bem desenvolvidos e ainda tenros. Quando passa do ponto ideal de colheita o fruto começa a abrir na extremidade.
O chuchuzeiro é uma planta perene e pode produzir por sete a dez anos, embora geralmente seja cultivado anualmente ou por 2 ou 3 anos, para manter uma alta produção. Em regiões onde não há inverno frio e não falta água para a planta, o chuchuzeiro pode produzir frutos durante todo o ano.
Os frutos, as sementes, as folhas, as pontas dos ramos e até as raízes são comestíveis.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011






CULTIVO DE HORTALIÇAS EM RECEPIENTES

Quem gosta de cultivar a terra ou quer descobrir esse prazer, mesmo que não tenha um sítio ou um quintal grande, pode desfrutar de uma pequena produção própria de hortaliças sempre fresquinhas e muito mais nutritivas.
Qualquer lugar que tenha a luz do sol por, pelo menos 4 horas diárias, pode ser utilizado para se colocar um recipiente, que pode ser um balde velho, um vaso de cerâmica, uma garrafa de refrigerante, ou caixas de madeira, onde pode-se cultivar as verduras e legumes.


A ESCOLHA DO RECIPIENTE
Para o plantio, podem-se utilizar recipientes de qualquer material resistente à umidade (exceção para as latas metálicas que enferrujam), como vasos de cerâmica, sacos plásticos, tubos de plásticos cortados, pneus cortados, jardineiras, vasos de plásticos, baldes plásticos, bacias, garrafas de refrigerantes, entre outros. A pronfundidade da peça vai depender do tipo de vegetal a ser plantado.


PARA O CÁLCULO DE PROFUNDIDADE

RASO: NO MÍNIMO 15cm
Alface
Alho
Coentro
Rabanete
Rúcula
Salsa

MÉDIO: NO MÍNIMO 25 cm
Beterraba
Cebola
Espinafre
Nabo redondo
Pepino

FUNDO: NO MÍNIMO 30cm
Almeirão
Cenoura
Chuchu
Couve-flor
Pimentão
Tomate

DRENAGEM
Todos os recipientes devem ter furos no fundo e devem estar cobertos com uma pequena camada de cascalho, pedra britada, cacos de vasos de cerâmica, ou argila expandida e sobre ela, uma pequena camada de areia ou manta de drenagem para o escoamento do excesso de água.

A ESCOLHA DO RECIPIENTE II
Devido ao volume limitado do vaso, o solo do recipiente (sustrato no caso), deve ser rico em nutrientes, e tambem, deve ser bastante poroso; pois, devido ao volume limitado do vaso, com o tempo, leva a uma alta concentração de raízes, exigindo um elevado suprimento de oxigênio e uma rápida remoção de gás carbônico.
Assim, a terra utilizada poderá ser a de jardim, misturada com terra vegetal (terra preta), em volumes iguais.
Caso a terra de jardim seja bastante argilosa, devemos adicionar um pouco de areia para melhorar a drenagem e aumentar a aeração do substrato (50% de composto orgânico, 40% de terra de jardim e 10% de areia fina).

ESCOLHA DO LOCAL PARA OS RECIPIENTES
Deve ser em local arejado, com um mínimo de 4 horas de luz solar direta.

REGAS
Pela manhã bem cedo, ou a o fim de tarde, regar quando notar que a terra começa a secar, evitando excesso de água. Manter o solo sempre úmido.

EXEMPLOS DE RECIPIENTES

CULTIVO DE HORTALIÇAS EM RECEPIENTES



 

 
"Vai nutrindo vai curando, dá conforme eu mereça..."


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

ETAPAS DE IMPLANTAÇÃO DA HORTA PARTE 3

Preparo do terreno para semeadura ou plantio
 

Limpeza da área escolhida para a horta: capinação e amontoa do mato em um ponto do terreno para decomposição e posterior incorporação ao solo (a queimada é prática proibida no manejo orgânico, exceto para eliminação de plantas contaminadas por vírus e outras doenças), retirada de entulhos, tocos e raízes de árvores, etc.

-Locais de fácil encharcamento: efetuar a drenagem da área.

-Revolvimento do solo: a uma profundidade de 20 a 25cm (aproximadamente um palmo) quebrando-se os torrões de terra e nivelando-se o terreno. Em áreas pequenas usam-se o enxadão e enxada nesta operação; em grandes áreas o arado e grade tracionados por trator ou por animais (usar equipamentos que impeçam ao máximo a reversão das camadas de solo e a desagregação de sua estrutura). Nesta operação pode-se aproveitar para icorporar corretivos (ex.: calcário) ou adubos orgânicos (ex.: estercos animais curtidos, compostos orgânicos, etc.).





-Construção dos canteiros para sementeiras, semeadura direta e para o transplante de mudas, com as seguintes dimensões: largura entre 0,80 e 1,20m; altura de 20 a 25cm e comprimento variável de acordo com a dimensão do terreno, normalmente não superior a 10m, em hortas para autoconsumo.

-Para algumas hortaliças não há necessidade de canteiros, bastando revolver e destorrar a terra e, em seguida abrir os berços, adubar e plantar (ex.: abóbora, quiabo, berinjela, jiló, couve, etc.);

-Distância entre canteiros (caminhos): 30 a 40cm. Os caminhos, bem como as entrelinhas das plantas, devem ser mantidos e protegidos com cobertura morta para controle do mato, manutenção da umidade e do equilíbrio térmico do solo;

-Nos terrenos com declive, os canteiros devem ser dispostos de maneira que "cortem as águas", ou seja, devem acompanhar as curvas de nível do terreno, para diminuir perdas de solo por erosão; nos terrenos planos, dispostos no sentido norte-sul;

-Devem apresentar a terra solta, sem torrões, pedras, raízes grandes, e a superfície plana.

-Correção do solo (calagem e adubação orgânica): aplicação de calcário para correção de acidez e dos adubos e compostos orgânicos para correção de acidez e dos adubos e compostos orgânicos para correção das deficiências minerais e melhoria da bioestrutura do solo. A calagem deve ser feita antecipadamente ao plantio, podendo-se aplicar no sistema orgânico, no máximo 2t/ha/ano (equivale a 200g/m2). Com a melhoria do solo, pelas adubações orgânicas frequentes e incorporação de restos vegetais, a calagem pode ser suspensa.



O preparo do solo é uma das operações mais importantes para o sucesso do cultivo de hortaliças orgânicas, pois a manutenção de um solo sadio, vivo e equilibrado é que garantirá o desenvolvimento de plantas saudáveis, capazes de suportar as adversidades (fatores climáticos desfavoráveis, ataques de pragas e doenças, entre outros).






"Rastafari a compreensão do processo da vida..."

PrimavERA, renovAção do EUiEU.



Primavera é quando num pedacinho da Terra as flores se abrem, o sol fica mais forte e a vida fica mais alegre.
Quando, num canto da Terra, se faz primavera, nos outros cantos se faz verão, inverno e outono.
Das quatro estações, a primavera é a mais bonita, porque colore a terra, perfuma o ar e contagia os corações sensíveis com sua alegria.
A primavera é uma boa época para renovar o espírito, assim como as flores se renovam.
E de colher os frutos e semear a terra.
Semear a terra sempre, pois isso significa mantê-la sempre fértil.
E de terra fértil, sempre brota a vida.
Bom seria se a primavera acontecesse o tempo todo, em todos os corações humanos... 

florescendo, enfim na forma de atos, palavras e pensamentos, sempre positivos...
Se cada ser vivente, fosse como uma flor, bela, pura e cheirosa, toda a Terra viveria uma eterna primavera...
Depende de cada um, fazer do próprio coraSião, a terra, semeá-lo e cuidá-lo, para cultivar o espírito da primavera  todo o tempo em qualquer estação.




"Cuida, cuida, cuida da flor do seu jardim
Rega não deixa murchar a flor do Eu e Eu
Cuida, cuida, cuida da flor do seu jardim
Rega não deixa murchar a flor do Eu e Eu
Jardineiro de Jah, jardineiro de Jah, jardineiro de Jah."

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

ETAPAS DE IMPLANTAÇÃO DA HORTA PARTE 2

Escolha do local

Em áreas urbanas a escolha do local muitas vezes fica um pouco limitada em função da disponibilidade de terreno (normalmente são áreas pequenas, com muitas interferências), mas deve-se, na medida do possível dar preferência aos locais com as seguintes características:


-Proximidade de água de boa qualidade e em abundância;
-Proximidade das casas das famílias ou pessoas participantes da horta: facilitar os trabalhos de manutenção da horta e evitar furtos;
-Área exposta ao sol o dia todo ou por pelo menos 4 a 6 horas diárias;
-Distante de árvores para evitar o sombreamento e competição por nutrientes do solo;
-Terrenos não sujeitos a alagamentos ou encharcamentos e ligeiramente inclinados (para facilitar o escoamento do excesso de água);
-Áreas de solo de consistência média (areno-argilosa): se possível evitar solos muito argilosos ou arenosos.

Escolha das espécies

Esta etapa é muito importante, pois as espécies de hortaliças possuem diferentes exigências climáticas, especialmente com relação à temperatura, luz e umidade. A escolha de culturas e cultivares adaptado às condições locais e às épocas de plantio é prática fundamental na agricultura orgânica.
No centro-sul do Brasil (inclui o Estado de São Paulo) a temperatura é o fator que maior influência exerce sobre a produção de hortaliças: afeta o desenvolvimento vegetativo, o florescimento, a frutificação, a formação das partes tuberosas ou bulbosas e a produção de sementes. Algumas espécies se desenvolvem melhor em períodos mais quentes (primavera e verão), outras em períodos mais amenos e frios (outono e inverno) e outras possuem cultivares adaptados a ano todo (ex.: alface de verão e alface de inverno; cenoura de verão e cenoura de inverno, etc.).
De um modo geral, as hortaliças encontram melhores condições de desenvolvimento e produção quando o clima é ameno, com chuvas leves e pouco frequentes. As temperaturas retardam o crescimento, a frutificação e a maturação, podendo também induzir florescimento indesejável.
Sem generalizar, podemos agrupá-las da seguinte forma:
-Hortaliças de folhas, raízes e bulbos: temperaturas mais amenas (15 a 23 C°) Exemplos: alface, couve, almeirão, chicória, rúcula, espinafre, cenoura, beterraba, rabanete, mandioquinha-salsa, alho, cebola, etc.
-Hortaliças de frutos e condimentos: temperaturas mais elevadas (18 a 30 C°) Exemplos: abóboras e morangas, berinjela, jiló, chuchu, melancia, melão, pimentão, quiabo, salsa, coentro, etc.
Portanto, as diferentes exigências das espécies em temperatura é que vão definir as épocas adequadas de plantio.
A luz solar é um dos fatores climáticos mais importantes para a vida vegetal, pois é aquele que promove o processo da fotossíntese. O aumento da intensidade luminosa provoca aumento da atividade fotossintética da planta e consequente aumento da produção de hidratos de carbono, elevando o teor de matéria seca nos vegetais. A deficiência luminosa provoca um maior elongamento celular, resultando no estiolamento da planta (aumento em altura e extensão da parte aérea - caule, folhas, sem elevação do teor de matéria seca).
A duração do período luminoso, denominado de fotoperíodo (número de horas diárias de luz solar), influencia o crescimento vegetativo, a floração e a produção de algumas hortaliças, como o alho e a cebola. Ambas as espécies somente formam bulbos em condições de comercialização, quando os dias têm a sua duração acima de um certo número mínimo de horas de luz - característica que varia de um cultivar a outro. Exemplos: alho - o cultivar "Branco Mineiro" adapta-se bem a dias curtos, quando plantado no outono, em diferentes latitudes e altitudes; os cultivares "Gigante de Lavínia" e "Amarante" são menos precoces, mas exigentes em fotoperíodo, mas tambem produzem bons bulbos quando plantados no outono na região centro-sul; já os cultivares argentinos vegetam vigorosamente nessas condições, mas não bulbificam; cebola - cultivares de ciclo médio ("Baia Periforme" "Piracicaba", "Pira Ouro", etc.) exigem fotoperíodo de 11 a 13 horas diárias de luz e são mais indicadas para o plantio no Estado de São Paulo; cultivares precoces ("Granex", "Texas Grano 502", etc.) exigem fotoperíodos de 10-12 horas para a formação de bulbos.
Outro fator climático importante é a umidade, uma vez que a água é imprescindível à vida vegetal e constitui mais de 90% do peso da maioria das hortaliças. O grau de umidade do ar influencia na perda de água das plantas por meio da transpiração e o teor de umidade do solo influencia a absorção de água e nutrientes pelas plantas. A umidade do solo pode ser controlada por meio da irrigação, sendo esta uma prática imprescindível ao cultivo das hortaliças. O alto teor de umidade do ar afeta o estado fitossanitário das hortaliças, pois favorece o ataque de fungos e bactérias patogênicos. A baixa umidade do ar, por outro lado, oferece condições adequadas para a proliferação de ácaros.
Um aspecto importante a considerar no planejamento da horta com relação às espécies, se refere à duração do ciclo de vida de cada planta (período da semeadura à colheita), que vai determinar o período de ocupação de cada canteiro com as diferentes espécies.





"O tempo ensina, se trabalhar edifica, vem providencia divina, para nutrir o coração do homem terreno celestial"








terça-feira, 12 de julho de 2011

Planejamento da horta, 1º parte.



INTRODUÇÃO  
A horta é o local onde serão cultivadas as hortaliças, plantas popularmente conhecidas como verduras e legumes. Seu tamanho dependerá da disponibilidade de área, do objetivo da produção, do número de pessoas envolvidas, da disponibilidade de tempo dessas pessoas, dos recursos existentes, etc. Para dimensionamento, considera-se uma área de 10 metros quadrados por pessoa, em uma horta para autoconsumo. As hortaliças exigem tratos culturais intensivos e diários: uma pessoa trabalhando em torno de duas a três horas por dia pode manter uma horta de 150 a 200 metros quadrados.
 
Em função da finalidade da produção, temos diferentes tipos de horta:
-Horta doméstica: para abastecimento de uma família;
-Horta comunitária: várias pessoas ou famílias envolvidas dividindo os trabalhos, as despesas e os produtos;
-Horta escolar ou institucional: com finalidade didática/educativa nas escolas e para abastecer intituições (ex.: orfanatos, asilos, etc.);
-Pequena horta comercial: visando complementação de renda em pequena propriedade ou mesmo em casas com quintais grandes;
-Grande horta comercial: quando é a principal fonte de renda do agricultor ou da propriedade.
De maneira simplificada podemos, então, separar a produção de hortaliças em duas escalas:

Pequena Escala -nível caseiro ou comunitário
-diversas espécies em pequenas hortas
-não visa produtividade ou lucro

Grande Escala
 
-nível comercial
-poucas espécies em hortas maiores
-visa alta produtividade e rentabilidade
A horta realizada de acordo com os princípios da agricultura orgânica deve ser baseada em um conjunto de procedimentos e técnicas, que tem por objetivo propiciar um ambiente equilibrado para as plantas e garantir segurança ambiental, ocupacional (das pessoas envolvidas com a horta) e alimentar (os adubos químicos solúveis e os agrotóxicos ou defensivos agrícolas proibidos, devendo-se utilizar fontes orgânicas na adubação e métodos alternativos e ambientalmente seguros, no controle de pragas e doenças das hortaliças).
 
No planejamento de uma horta a ser implantada, o espaço disponível deve ser dividido de forma a contemplar: área para a sementeira - local onde são produzidas as mudas (em torno de 1% da área total); área para guarda de ferramentas e insumos; área para compostagem (prática imprescindível na agricultura orgânica) e armazenamento do composto e área para os canteiros de produção. A área deve ser cercada, impedindo principalmente o acesso de animais indesejáveis. em hortas comerciais, as mudas são normalmente produzidas em estufas, em bandejas de isopor.
A realização de uma horta, além de possibilitar o consumo de hortaliças frescas e sadias (isentas de agrotóxicos, quando cultivadas orgânicamente), traz inúmeros benefícios:
 
-Permite a prática do exercício ao ar livre rompendo o sedentarismo e diminuindo o estresse das pessoas;
-Permite a integração das pessoas dentro da comunidade;
-Permite a complementação da renda familiar;
-Serve para o desenvolvimento de atividades de cunho terapêutico;
-Serve como instrumento para o desenvolvimento de atividades de caráter pedagógico e de educação ambiental;
-Permite a melhoria da qualidade do meio, com a utilização de espaços ociosos e/ou utilizados indevidamente.

Elementos necessários para a produção de hortaliças
 
-Meio onde a planta vai se desenvolver (solo, substratos preparados no local ou comprados, etc);
-Sementes ou outros materiais de propagação das espécies de interesse (mudas de estacas, rebentos, bulbos, tubérculos, estolões, entre outros);
-Água: de boa qualidade para não contaminar as hortaliças e o solo;
-Sol: a planta clorofilada precisa da luz solar para se desenvolver e produzir carboidratos (glicose, amido) através da fotossíntese;
-Ar: a planta inteira respira (inclusive as raízes);
-Nutrientes: se o solo for pobre em nutrientes, temos que complementar por meio dos adubos;
-Mão de obra: a horta é uma atividade intensiva, exigente em mão-de-obra (os tratos ou serviços diários devem ser divididos entre os participantes - o sucesso de uma horta comunitária está diretamente relacionado ao envolvimento e comprometimento das pessoas que participam da sua execução);
-Ferramentas: enxada, enxadão, sacho, rastelo, pulverizador, carrinho de mão, regador ou mangueira de borracha, conjunto de ferramentas de jardim (com colheres de transplante e rastelinho), pás (curva, reta), forcado ou gadanho, etc.; em hortas comerciais, utilizam-se máquinas e implementos agrícolas (arado, grade, escarificador, enxada rotativa, etc.) nas diferentes operações;
-Outros insumos: calcário, caldas, preparados, biofertilizantes etc.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Contato, real trabalho.

Bom dia amados irmãos e irmãs que o amor de nossa mãe terrena continue nos nutrindo para nos tornarmos homens mais fortes para fortalecer a sagrada e divina construção do terreno celestial Sião.

Com uma pausa, aos postes e assunto tratados neste blog deixo a vocês nosso contato para realização de todo tipo de trabalho, seja na selva verde ou na selva de concreto.

Damos graças a Vida de cada EU.
Amor de mama pulsando em 1,2
Luz de Jah a todos.