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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Contato, real trabalho.

Bom dia amados irmãos e irmãs que o amor de nossa mãe terrena continue nos nutrindo para nos tornarmos homens mais fortes para fortalecer a sagrada e divina construção do terreno celestial Sião.

Com uma pausa, aos postes e assunto tratados neste blog deixo a vocês nosso contato para realização de todo tipo de trabalho, seja na selva verde ou na selva de concreto.

Damos graças a Vida de cada EU.
Amor de mama pulsando em 1,2
Luz de Jah a todos.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Anjo da Terra.


O Anjo da Terra,
O que extrai trigo e frutas
Da plenitude da terra,
O que traz filhos
Dos rins do esposo e da esposa.
Para o que lavraria a terra,
Com o braço esquerdo e direito,
Produzirá ele
Grande cópia de frutos e grãos,
Plantas com matizes de ouro
Que crescem da terra
Durante a primavera,
Até onde se prolonga a terra,
Até onde se estende os rios,
Até onde nasce o sol,
Para distribuir suas dádivas de alimento aos homens.
Louvo esta terra extensa,
Dilatada ao longe por caminhos,
Produtiva em plena atividade,
Tua Mãe, planta sagrada!
Sim, louvo as terras
Onde cresces,
Perfumada, e onde, logo, se espalha
O bom cultivo do Senhor.
O que semeia o trigo, a relva e o fruto,
Semeia a Lei.
E sua colheita será farta,
E sua colheita estará madura sobre as colinas.
Como recompensa aos seguidores de JAH.
O Senhor mandou o Anjo da Terra,
Mensageiro sagrado da Mãe Terrena,
Fazer as plantas crescer,
E fertilizar o ventre da mulher,
Para que a terra nunca esteja sem
O riso das crianças.
Adoremos nele o Senhor!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

PARTE 3 SOLO

Matéria Orgânica (MO)

A matéria orgânica é proveniente da acumulação e decomposição de restos de origem vegetal ou animal: raízes, folhas, frutos, corpos de animais, estercos, etc. Os materiais adicionados passam por diversas transformações, tornando-se com o tempo, em um produto escuro, finamente dividido e relativamente estável, onde não se identifica o material que lhe deu origem, denominado de húmus. A MO acumula-se no solo até um nível de equilibrio entre as adições e as perdas por decomposição.
Entre os diversos benefícos da MO, podemos destacar:
-é condicionadora do solo: através de suas longas cadeias orgânicas, agrega partículas minerais e confere ao solo condições favoráveis de porosidade, melhorando a permeabilidade e a capacidade de retenção de água;
-é responsável, em grande parte, pela capacidade de retenção de nutrientes do solos, evitando  perdas por lixiviação (carregamento dos nutrientes por meio da água, ao longo do perfil do solo), fazendo com que os mesmos fiquem fora da zona de exploração das raízes das plantas;
-serve como fonte de energia para o desenvolvimento dos microrganismos do solo: alguns são muito importantes, como as bactérias que fixam o nitrogênio do ar, cedendo-os às plantas e os microrganismos que fazem a decomposição da matéria orgânica fresca, liberando os nutrientes N,P,K,Ca,S, etc., além de secretarem substâncias ativas como hormônios, antibióticos e enzimas, que aumentam a atividade biológica e auxiliam no controle de populações de organismos nocivos, como pragas e patógenos presentes no solo;
-é uma fonte de macro e micronutrientes, liberados lentamente para as plantas (o que é interessante no cultivo orgânico);
-imobiliza elementos tóxicos e em excesso (Al, Mn, etc.) e exerce poder tampão no solo (ajuda a manter o pH estável).
É muito importante manter o teor de matéria orgânica acima de um valor mínimo no solo (manter na faixa de 2 a 5%), o que não é fácil na condição tropical, uma vez que o calor e a umidade existentes nas regiões quentes promovem a aceleração dos processos de decomposição da MO.

Reação do solo (acidez e alcalinidade)

O grau de acidez de um solo é medido pela concentração de ions hidrogênio (H*) na solução do solo e é normalmente expresso pelo simbolo pH (p = potencial; H = Hidrogênio). A escala de pH vai de O a 14, sendo 7 o ponto médio, onde se diz que o pH é neutro. Acima de 7 se diz que o solo tem reação alcalina ou básica, e abaixo de 7 que o solo tem reação ácida. A maioria das hortaliças se desenvolve bem em valores de pH variando de 5,5 a 6,8.
Os solos podem ser naturalmente ácidos em razão da pobreza do material de origem em Ca, Mg, Na (bases), ou através de processos de formação ou de manejo de solos que levam à perda destas bases e, portanto, à acidificação. Adubações nitrogenadas com adubos químicos solúveis provocam a acidificação dos solos.
Na maioria dos casos, não é a acidez em si que prejudica o crescimento dos vegetais e sim os fenômenos colaterais que ela ocasiona: aparecimento de elementos (fósforo e boro), remoção de outros por substituição nas partículas do solo (cálcio, magnésio, e potássio que são substituídos por hidrogênio e alumínio).
O processo de acidificação é comum em regiões de clima úmido: lavagem progresiva pela água das chuvas, de quantidades apreciáveis de bases (Ca, Mg, Na e K), que são substituídas inicialmente por hidrogênio e depois por alumínio. A incorporação de materiais orgânicos nos solos, principalmente nos mais arenosos, ajuda a diminuir a perda destes nutrientes, pela grande capacidade de retenção e troca de nutrientes que a matéria orgânica possui, ajudando desta forma a manter o pH mais estável e os nutrientes disponíveis para as plantas. A maior parte dos solos brasileiros são ácidos e, portanto, deverão ser corrigidos para permitir o bom desenvolvimento das plantas. Em regiões áridas e semi-áridas (como o sertão nordestino), podem ocorrer solos neutros e alcalinos em razão do acúmulo de sais no solo, dada a escassez de chuva.
Para se conhecer o grau de acidez do solo ou o valor do seu pH deve-se recorrer à análise do solo, devidamente amostrado. Porém, algumas palntas como samambaias e sapé são indicadoras de acidez do solo.

AMOSTRAGEM DO SOLO PARA ANÁLISE

Para conhecer a fertilidade de um solo recorrer-se à análise química, em laboratórios especializados. Para que se obtenham resultados confiáveis, de nada adianta uma análise se a amostra enviada ao laboratório não for representativa da área que se quer conhecer e cultivar. A amostra a ser enviada é uma quantidade de terra, em geral de 300 a 500 g, retirada de uma mistura de diversas amostras de um mesmo tipo de solo (é uma amostra média). A amostragem do solo deve ser feita seguindo os passos abaixo:
-dividir a propriedade em áreas homogêneas (mesmo tipo de solo, vegetação e manejo): para cada área retira-se uma amostra conforme passos seguintes;
-na área a ser amostrada, caminhe em zigue-zague distribuindo os pontos de coleta em toda área (em torno de 20 pontos);
-em cada ponto, limpe a superfície do solo (retire o mato, pedras, etc.) e abra uma cova até a pronfundidade de 20 cm; com auxílio de um enxadão ou pá reta (vanga), retire uma fatia de terra, cortando de cima até o fundo da cova, e coloque em um balde;
-ao final de todos os pontos, misture bem toda a terra do balde e retire cerca de meio quilo; se amostra estiver úmida, deixe secar à sombra;
-embale a amostra em saco plástico ou caixa de papelão e cole uma etiqueta identificando seu nome, município, nome da propriedade, número da amostra, planta cultivada, endereço e telefone para contato; envie ao labaratório (pode ser por meio de correio ou entregue pessoalmente).
-a um medidor de pH, chamado Peagâmetro, onde se pode verificar o nível do solo, com uma tabela identificadora.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Parte 2 SOLO

ATRIBUTOS DO SOLO IMPORTANTES PARA O MANEJO

Cor do solo
 

É a característica morfológica de mais fácil visualização. Muitos nomes populares de solos são dados em função das respectivas colorações: "terra roxa", "terra preta", entre outros. A cor tambem é enfatizada no Sistema de Classificação de Solos: Latossolos Amarelos, Vermelhos; Argissolo vermelho-amarelo, etc.
A cor normalmente está relacionada com outras características ou propriedades do solo:
- cores escuras: indicam altos teores de material orgânico decomposto;
- cor vermelha: indica boa drenagem interna e altos teores de ferro;
- cor cinza: indica que o solo é mal drenado, que permanentemente tem excesso de água no perfil (baixadas próximas a rios e riachos):
- cores claras: boa drenagem, pobreza em matéria orgânica, maiores teores de areia.

Textura
O termo textura se refere à proporção relativa das frações granulométricas (areia, silte e argila) que compõem a massa do solo. As partículas do solo têm tamanhos bastante variados: algumas são suficientemente grandes para observação a olho nu (ex. areias), outras podem ser vistas com o uso de lentes de bolso ou microscópio comum, enquanto as restantes só podem ser observadas com auxílio de microscópios eletrônicos (ex. argilas).
As partículas podem ser agrupadas em 5 frações, de acordo com o diâmetro:
argila < 0,002 mm
silte (limo) 0,002 -0,02 mm
areia fina 0,02 - 0,2 mm
areia grossa 0,2 - 2 mm
cascalho 2 - 20 mm
pedras > 20mm
Um solo é classificado como de:
- textura arenosa quando mais de 85% das partículas estão na fração areia;
- textura argilosa quando mais de 35% das partículas estão na fração argila;
- textura barrenta ou franca (média), quando ocorre equilíbrio entre as frações.
O tamanho das partículas tem influência direta nas propriedades físicas e químicas: normalmente as menores são mais ativas. Portanto, a textura irá determinar no solo algumas características importantes: taxa de infiltração de água no solo, capacidade de retenção de água e nutrientes, taxa de decomposição da matéria orgânica (maior no solo arenoso), permeabilidade à água, grau de plasticidade, facilidade de trabalho com máquinas e resistência à erosão.
Solo arenoso: fácil de se trabalhar, bem arejado, a água infiltra rapidamente, baixo armazenamento de água;
Solo argiloso: é mais pesado e difícil de se trabalhar, resistindo às ferramentas; a água infiltra mais lentamente, porém apresenta melhor capacidade de armazenamento de água.
Estrutura A estrutura define como as partículas de areia, silte e argila estão ligadas entre si e se existem poros entre elas. Estas partículas em condições naturais, encontram-se aglomeradas em partículas compostas referidas com frequência como agregados ou torrões que ocorrem no solo. As principais substâncias que atuam como agente cimentamente, unindo aquelas partículas, são a matéria orgânica, as argilas e os óxidos de ferro. Os organismos vivos do solo contribuem para a formação e estabilização de sua estrutura.
A estrutura define a maior ou menor porosidade do solo e a proporção de macroporos e microporos. O solo ideal tem 50% de matéria sólida e 50% de poros, assemelhando-se a uma esponja.

 
Um Solo é mal estruturado ou compactado, quando não há água nem ar em quantidades suficientes; a água não consegue infiltrar no solo reduzindo a capacidade de armanezamento de água deste e causando erosão. A falta de água pode provocar a elevação da temperatura do solo. Por outro lado, um encharcamento e falta de ar no solo provoca o abaixamento da temperatura, o retardamento ou paralização da decomposição da matéria orgânica, a diminuição das reações químicas que tornam os nutrientes disponíveis, o aumento da atividade de microrganismos prejudiciais e a dissolução de ferro e manganês em grandes quantidades, atingindo níveis que são tóxicos para as plantas.
Existem alguns indicadores simples que revelam a situação da estrutura do solo, A presença de certas plantas invasoras como guanxuma e o assa-peixe indicam a compactação do solo. Já a presença de carqueja e gramíneas baixas de folhas muito estreitas, indicam excesso de água ou má areação. Outro indicativo da má estrutura do solo é o acúmulo de pó na superfície e a ocorrência de nuvens de poeira em dias com ventos.
Fim da 2° Parte
 
Parabola do Semeador.

"Eis que o semeador saiu para semear. E ao semear, uma parte da semente caiu à beira do caminho e as aves vieram e a comeram. Outra parte caiu em lugares pedregosos, onde não havia muita terra. Logo brotou, porque a terra era pouco profunda. Mas ao surgir o sol, queimou-se e, por não ter raiz, secou. Outra ainda caiu entre os espinhos. Os espinhos cresceram e a abafaram. Outra parte, finalmente caiu em terra boa e produziu fruto, uma cem, outra sessenta e outra trinta. Quem tem ouvidos, ouça! Mateus 13.4-9

quinta-feira, 26 de maio de 2011

1° PARTE do estudo sobre SOLO.



A benção de Jah em nós.
Toda luz, todo amor, meus irmãos, se levantem participem de toda essa compreensão,
a paz do Sião.



O solo : Conceitos, composição,  atributos importantes para o manejo.

O solo para o agricultor é o meio ou a terra onde ocorre o crescimento das plantas e dos animais e de onde retira os produtos para sua subsistência.
De modo geral, entende-se por solo, a camada de material não consolidado da superficie da crosta terrestre, modificada ou não pelo homem, que contém matéria viva e que é capaz de suportar plantas ao ar livre. Desta definação, conclui-se, portanto, que o solo é uma estrutura viva, dinâmica e que deve possuir algumas caracteristicas e propriedades para permitir a fixação e crescimento das plantas.
O solo deve proporcionar a penetração das raízes e o suporte mecânico; deve estar em uma condição capaz de fornecer água, ar e nutrientes, em quantidades suficientes (Nem excesso, nem deficiência) para que, juntamente com oxigênio, gás carbônico, luz e calor, favoreçam o crescimento das plantas saudáveis e equilibradas.
O solo forma-se a partir do intemperismo físico (desintegração), químico (decomposição) e biológico (ação de excreções orgânicas ácidas produzidas por microrganismos e plantas), sobre o material de origem (rocha-mãe), por meio da ação do clima (calor do sol, águas das chuvas, ventos) e organismos vivos (microrganismos, vegetais, animais e homem) nas diversas formas de relevo, ao longo do tempo (normalmente milhares de anos). A interação de todos esses fatores é que levou à formação da grande diversidade de tipos de solos existentes (com diferente cores, profundidades, constituições, etc.).
Durante o processo de formação dos solos, a ação conjunta de fenômenos físicos, químicos e biológicos faz com que os mesmos se organizem em camadas de aspecto e constituição diferentes, aproximadamente paralelas à superfície, denominadas de horizontes. Ao conjunto de horizontes, num corte vertical que vai da superfície até o material que deu origem ao solo, dá-se o nome de perfil do solo (normalmente considera-se a profundidade de 2,0m). O perfil do solo bem desenvolvido possui basicamente 4 tipos de horizontes, convencionalmente identificados pelas letras maiúsculas O, A, B e C.

 

COMPOSIÇÃO DO SOLO

O solo é um sistema poroso composto de matéria sólida (mineiral e orgânica) e espaços vazios ou poros, preenchidos com o ar e com a água (de acordo com tamanho, são divididos em macroporos e microporos):
-matéria inorgânica ou mineiral: formada por partículas de diversos tamanhos (cascalhos, areia, argila, silte, etc);
-matéria orgânica: formada por restos vegetais e animais, em diferentes estágios de decomposição e por organismos vivos (microrganismos, minhocas, etc.);
-água do solo: também chamada solução do solo, é composta de água sais mineirais dissolvidos e matérias coloidais em suspensão;
-ar do solo: composição diferente em relação ao ar atmosférico, em razão do acúmulo de CO2 (na atmosfera, teor de CO2 - 0,03% e no ar do solo - 1%).
Considera-se que um solo ideal deve ter 50% de matéria sólida (45% de matéria mineiral e 5% de matéria orgânica) e 50% de porosidade (25% dos poros para água e 25% para o ar).

 

IMPORTÂNCIA DO SOLO NO CULTIVO ORGÂNICO DE HORTALIÇAS

No sistema orgânico de produção, o solo é considerado um organismo vivo e complexo, e a meta principal é conservá-lo sadio para as gerações presentes e futuras (princípio da sustentabilidade). Nesse sentido, a fertilidade de um solo deve ser avaliada considerando não apenas o aspecto químico, ou seja, as quantidades de nutrientes e de elementos tóxicos presentes, mas também o aspecto físico (porosidade, capacidade de retenção de água e nutrientes, infiltração de água, aeração, ausência de camadas adensadas que impeçam o desenvolvimento das raízes, bioestrutura, etc.) e o biológico (flora e fauna benéficas, como fungos, bactérias, protozoários, insetos, minhocas e outros vermes, que fazem a transformação da matéria orgânica em húmus, liberando lentamente  os nutrientes às plantas; formam a bioestrutura do solo e secretam várias substâncias - vitaminas, enzimas, antibióticos, que favorecem o desenvolvimento das plantas e controlam organismos nocivos). A planta deve explorar o maior volume possível de solo, com aprofundamento de suas raízes, tendo à sua disposição um maior reservatório de água e nutrientes.
Para atingir essa condição, lança-se mão de um conjunto de técnicas : adubações orgânicas variadas e frequentes (compostos, estercos, tortas, biofertilizantes, etc.), incorporação de restos de culturas, adubações verdes com plantas de raízes profundas para romper camadas endurecidas e reciclar nutrientes de outras camadas do solo, coberturas mortas, biodiversidade de cultivos, correção do solo com materiais pouco solúveis e de forma equilibrada (calcários, pós e fosfatos de rocha), rotação e consorciação de culturas, cultivo mínimo, em faixas e outras práticas conservacionistas. 



A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a idéia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver.
Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existencia as mais diversas formas de sementes.
Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe...



" Tesouro guardado é riqueza original ... "


EuiEuSOU!


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Hoje celebramos o dia nacional do trabalhador rural.


Chuva ou sol,noite ou dia sempre há alegria no coração de quem chama a mãe terra de sua amiga.O Dom de fazer a natureza produzir nossos alimentos está nas mãos do trabalhador rural.
Viva Homem do Terreno Celestial.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Agricultura alternativa ...



A agricultura alternativa segundo a EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) é “um conjunto de sistemas de produção que busca maximizar os benefícios sociais e a auto-sustentabilidade do sistema produtivo, minimizar ou até eliminar a dependência de energia não renovável (agroquímicos são obtidos do petróleo, que é uma fonte de energia não renovável) e preservar o meio ambiente através da utilização dos recursos naturais renováveis”.

Esses sistemas de produção têm como características:

O uso intensivo da matéria orgânica para manter a fertilidade do solo e favorecer a microvida do solo.

A diversificação da propriedade quanto ao cultivo (policultura).

Minimização/eliminação do uso de energia fóssil (petróleo) , insumis (agroquímicos) e tecnologias importadas.

As práticas de cultivo mínimo e a integração da produção vegetal/animal.

Manutenção de matas nativas.

Dentro da agricultura alternativa, existem diversas linhas ou escolas:
·          
      Agricultura biodinâmica – Surgiu com filósofo Rudolf Steiner, no início da década de 1920 e é definida como “ciência espiritual”, ligada a antroposofia, em que a propriedade deve ser entendida como um organismo.  Possui uma base comum com as demais formas de produção orgânicas, no que diz respeito á diversificação e integração das explorações vegetais, animais e florestais; á adoção de esquemas de reciclagem de resíduos vegetais/animais (produzidos dentro da propriedade)  e ao uso de nutrientes de baixa solubilidade/concentração. Difere das demais corentes orgânicas, basicamente em dois pontos: o primeiro é o uso de preparados biodinâmicos, que são substâncias de origem mineral, vegetal e animal altamente diluídas (segundo os princípios da homeopatia) aplicados no solo, nas plantas e nos compostos. Esses preparados têm por objetivo favorecer a microvida do solo, de vitalizar as plantas e estimular o seu crescimento e favorecer a decomposição do composto. O segundo é o fato de efetuar as operações agrícolas (plantio, poda , raleio, demais tratos culturais e colheita) de acordo com um calendário astral, concedendo  atenção especial á disposição da lua e dos planetas.
·          
      Agricultura biológica – não apresenta vinculação religiosa. Surgiu na década de 1930, na Suíça, com o D. Hans Muller, com o objetivo inicial de buscar autonomia do agricultor e a comercialização direta. A preocupação é a proteção ambiental, a qualidade biológica do alimento e desenvolvimento de fontes renováveis de energia. Os princípios da agricultura biológica são baseados na saúde da planta, que está associada á saúde do solo, ou seja, uma planta bem nutrida, além de ficar mais resistente a doenças e pragas, fornece ao homem um alimento de maior valor biológico. Diferentemente da agricultura biodinâmica, a matéria orgânica utilizada pode vir de uma fonte externa á propriedade.
·          
      Agricultura orgânica – não tem ligação a nenhum movimento religioso. Foi criada pelo inglês Howard em 1905. É baseada na melhoria da fertilidade do solo por um processo biológico natural, pelo uso da matéria orgânica, o que essencial para saúde das plantas, assegurando uma vida intensa e rica para a flora microbiana, pela qual a nutrição (alimentos com alto valor nutritivo e impregnados de vitalidade) e a sanidade das plantas são plenamente atendidas. Como as outras correntes essa proposta é totalmente contrária á utilização de adubos químicos solúveis e de agrotóxicos (agroquímicos). Os princípios são, basicamente, os mesmos da agricultura biológica e englobam as práticas agrícolas da agricultura biodinâmica e natural.
·         Agricultura natural – o modelo apresenta uma vinculação religiosa.
Em 1930, o filósofo japonês Mokiti Okada fundava uma religião (Igreja Messiânica) baseada no princípio da purificação do espírito e, para tanto, deverá vir acompanhado da purificação do corpo, que é resultado do consumi de alimentos saudáveis, de alto valor biológico e livres de adubos químicos e agrotóxicos. O princípio fundamental desta agricultura é o de que as atividades agrícolas devem respeitar as leis da natureza, reduzindo ao mínimo possível a interferência do homem sobre o ecossistema e mantendo o sistema agrícola o mais próximo possível dos sistemas naturais, já que a agricultura em si, é uma violência ao meio ambiente. Na pratica faz-se o uso de microrganismos eficientes (EM) que são utilizados como inoculantes para o solo, as plantas e o composto orgânico. Na compostagem também não se recomenda o uso de esterco animal, pois argumenta-se que os desejos animais aumentam o níbel de nitratos que atraem insetos e proliferam parasitas.
·          
      Agricultura regenerativa - Movimento que surgiu a partir da agricultura orgânica. Este modelo reforça o fato de o agricultor buscar sua independência pela potencialização dos recursos encontrados na própria unidade de produção agrícola, ao invés de buscar recursos externos. Esse sistema possibilita uma rápida recuperação de áreas degradáveis e de produção agrícola através de poda intensiva de arvores,que acelera a incorporação de biomassa ao solo; intensivo controle de sucessão vegetal; indução ao rejuvenescimento e intenso crescimento e vigor que poda provoca.
·          
     Permacultura – Modelo criado pelo Dr. Bill Mollison, na Austrália, a partir das pesquisas de Masanobu Fukuoka, que defendia a idéia de artificializar o menos possível a produção, mantendo o sistema agrícola o mais próximo possível dos sistemas naturais, com uma visão holística da agricultura, com forte carga ética, buscando a integração entre a propriedade e o ecossistema, com um modelo de sucessão de cultivos na intenção de maximizar a produção, conservando os recursos naturais e integrando espécies vegetais e animais perentes (de onde vem o nome permacultura) ou autoperpetuantes úteis ao homem.
·          
      Agricultura sustentável – conceito difundido ao final dos anos 80 e durante a década de 1990, não sendo um modo ou um sistema de produção e nem, ainda, um conjunto de práticas agrícolas. Trata-se mais de um objetivo a ser atingido, um conceito de desenvolvimento ao qual se pode chegar com modalidades de produção com tecnologias que têm uma base agroecológica.Tem como princípio buscar a auto-sustentabilidade e o uso racional dos recursos naturais.
·        
          Agroecologia – é uma ciência que apresenta uma série de princípios e metodologias para estudar, analisar, dirigir, desenhar e avaliar agrossistemas. Não é uma prática ou um sistema de produção. A agroecologia vê os sistemas produtivos como uma unidade, onde os ciclos minerais, as transformações energéticas, os processos biológicos e as relações sócio-econômicas (entre pessoas, culturas, solos e animais_ são investigadas e analisadas como um todo.)

Em síntese, podemos destacar que ponto comum entre as diferentes correntes que formam a base da agricultura orgânica é a busca de um sistema de produção energeticamente sustentável no tempo e no espaço, mediante o manejo e a proteção dos recursos naturais; a não utilização de produtos químicos agressivos á saúde humana e ao meio ambiente; a manutenção e o incremento da fertilidade e a vida do solo, a diversidade biológica e respeitando a integridade cultural dos agricultores.




AGRICULTURA ORGÂNICA

Objetivo do manejo: o solo.
Policultivo: Diversificação do uso do solo e plantas.
Manejo baseado em 52 nutrientes (macro e micronutrientes).
Probiose: equilibrar os problemas por meio de probióticos (vida controlando vida.).
Aumento dos minerais na forma protéica (bactérias, fungos, actinomicetos).
Acréscimo gradual de adubos orgânicos.
Enfraquecimento gradual na virulência de doenças.
Maior sabor e aroma.
Nutrição humana completa.
Produz á medida que recupera e mantém a saúde do solo e ecossistema.
Produção qualitativa.
A certificação orgânica implica em controle de qualidades dos aspectos.   


 
                                    Fonte: Livro Horta / cultivo de hortaliças Set. 2006


 Há exclusivamente um caminho para a Mestria autoconsciente, que a direção consciente da Energia Eterna para tudo que desejardes e isso vos conduzirá a um outro ponto de importância vITAL.



Toda forma externa não é senão uma parte da Vida mediante a qual cada indivíduo deve reconhecer, através das próprias experiências, a Verdadeira fonte do seu Ser e retornar á plenitude da perfeição por meio da sabedoria autoconsciente assim alcançada.
Imagens foram tiradas e vividas pela família Asaf,até breve irmãos e irmãs permaneçam no amor de nossa mama terrena e na senda da luz do pai celestial.